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    Avaliação para DBS

    Avaliação para saber se a estimulação cerebral profunda é uma opção, e programação do estimulador depois da cirurgia.

    Resposta direta

    A avaliação para DBS serve para responder se a estimulação cerebral profunda tende a ajudar no seu caso de Parkinson, tremor essencial ou distonia, quais sintomas podem melhorar e quais não. Ela é feita pelo neurologista de distúrbios do movimento, antes da cirurgia, e continua depois dela com a programação do estimulador.

    Como é a avaliação

    1. 01

      Confirmação do diagnóstico

      A DBS só funciona em diagnósticos específicos, como a doença de Parkinson, o tremor essencial e a distonia. Confirmar o diagnóstico é o primeiro passo.

    2. 02

      Resposta ao tratamento

      No Parkinson, a resposta à levodopa ajuda a prever o resultado: o que melhora com o remédio tende a melhorar com a DBS. Muitas vezes é feito um teste com e sem remédio.

    3. 03

      Avaliação da memória, do humor e da saúde geral

      Problemas importantes de memória, de humor ou de saúde podem tornar a cirurgia menos segura ou menos útil, e precisam ser avaliados antes.

    4. 04

      Decisão em equipe

      A indicação é discutida com o neurocirurgião e com a pessoa e a família, com expectativas realistas: a DBS controla sintomas, não cura a doença.

    Depois da cirurgia: programação

    O estimulador é ligado e ajustado no consultório, em várias consultas, até encontrar os parâmetros que controlam melhor os sintomas com menos efeitos colaterais. Os remédios costumam ser ajustados junto, sempre pelo médico. O Dr. Felipe Saba fez estágio em programação de DBS com o Prof. Albanese, no Instituto Carlo Besta, em Milão.

    Para entender o tratamento, veja o que é a estimulação cerebral profunda e quem pode fazer a cirurgia de DBS.

    Perguntas frequentes

    Quem pode fazer DBS?
    Pessoas com Parkinson, tremor essencial ou distonia em quem o tratamento com remédios já não controla bem os sintomas, sem problemas importantes de memória ou de saúde que contraindiquem a cirurgia. A avaliação define cada caso.
    A DBS cura?
    Não. Ela controla sintomas motores selecionados e pode melhorar muito a rotina, mas a doença continua e o acompanhamento segue por toda a vida.
    A programação é feita no consultório?
    Sim. A programação e os ajustes do estimulador são feitos em consulta, ao longo dos meses e anos depois da cirurgia.